Coordenador do Curso de Arquitetura e Urbanismo participa de Fórum na Câmara dos Deputados em Brasília.

Na quarta-feira (6), o coordenador do Curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário Inta (UNINTA), Prof. Dr. João Carlos Correia, participou do Fórum sobre “Cidade Amiga do Idoso”, na Câmara dos Deputados, em Brasília. O debate, promovido pelas comissões de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa e de Desenvolvimento Urbano da Câmara, também contou com a presença da diretora técnica do Centro Internacional de Longevidade Brasil, Ina Voelcker.

O fórum tratou sobre as políticas públicas e as medidas legislativas necessárias aos poderes municipais para instituir e implementar o projeto “Cidade Amiga do Idoso”. Entre as principais características de uma cidade amiga do idoso, destaca-se a adaptação de suas estruturas e serviços para que sejam acessíveis e promovam a inclusão de idosos com diferentes necessidades e graus de capacidade.

A Comissão do Idoso acrescenta ainda que a formação de conselhos municipais do idoso; o registro de todos os idosos no Cadastro Único para Programas Sociais; a implementação de programas de qualificação para reinserção no mercado de trabalho; a criação de áreas verdes de descanso; e o desenvolvimento de ações e programas voltados à inclusão social de pessoas idosas em situação de vulnerabilidade fazem parte das ações desta Comissão.

O Prof. João Carlos apresentou o tema “Contribuição dos Arquitetos e Urbanistas para a Melhoria da Qualidade de Vida das Pessoas Idosas”, onde explanou sobre as preocupações das cidades em manter as calçadas em condições adequadas à mobilidade, áreas de descanso e praças adequadas à convivência das pessoas e ainda sobre os prejuízos econômicos que poderão acontecer sobre o abandono dos centros das cidades na troca por lugares fechados como shoppings. Acrescentou ainda “que tal substituir uma vaga de automóvel por uma pequena praça com bancos, floreiras e sombras ?” concluiu.

O selo mundial “Cidade Amiga do Idoso” foi desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com a colaboração de especialistas do mundo inteiro. O manual orienta os municípios sobre ações e providências a serem tomadas, assim como direitos a serem assegurados.

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